domingo, 14 de fevereiro de 2010

23 anos do restaurante Lagash

No dia 8 de fevereiro, compareci à comemoração dos 23 anos do restaurante Lagash, na 308 norte, em Brasília. O concorrido evento foi muito agradável, com a cordial recepção da anfitriã Fátima Hamú (foto). Além de provar belos pratos típicos árabes acompanhados de espumante rosé, vinho tinto e branco, tive a oportunidade colocar o papo em dia com o amigo Rodrigo Leitão e conhecer a simpática Lulu Peters.

E aqueles que apreciam vinho também têm o que comemorar. Até 15 de março, quem comer no restaurante e preencher um cupom concorre a 12 garrafas de vinho. A carta de vinhos recebe os seguintes reforços (com preços promocionais):

- Gavi La Rocca (Luigi Coppo)- Itália/ 2006 a R$ 74,00;

- Crémant D´Alsace (Léon Beyer)- França/ 2007 a R$ 95,50;

- Callia Alta- Shiraz/Cabernet- Argentina/ 2008 a R$ 39,80;

- Terranoble - Carmenere - Chile/ 2008 a R$ 45,00;

- Conde Valdemar Reserva - Rioja - Espanha/ 2002 a R$ 85,00;

- Quinta da Chocapalha - Estramadura - Portugal/ 2005 a R$ 87,60;

- Meandro do Vale do Meão - Douro - Portugal/ 2007 a R$ 98,00;

-Châteauneuf du Pape - P. Jaboulet Aîné - França/ 2006 a R$ 189,00.

Foto: Divulgação

Aula sobre espumantes com Carlos Cabral

Eu confesso que não conhecia o programa "Sabores da Semana", com Aninha Gonzalez. Este episódio, que traz o renomado Carlos Cabral, consultor de vinhos do grupo Pão de Açúcar, explicando as diferenças entre os diversos tipos de vinhos espumantes. Ele fala a respeito do champagne, da cava, do prosecco, entre outros. Bem didático. Confira!

Já viu a produção de icewine???

Se ainda não, veja agora!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

400 mil garrafas de Fitou falsificadas na China

Nada menos que 400 mil garrafas do vinho da da região de Fitou, que fica no sul da França, da vinícola Mont Tauch, foram falsificadas na China. A falsificação, que é vendida por um preço bem inferior à versão original, foi identificada pelo representante da vinícola no mercado chinês, Wang Yu.

O sindicato de Fitou vai apelar ao ministro chinês responsável pelo setor e espera que ele possa impedir a falsificação.

Fonte/Foto: WijnIdee

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Governo português lança marca para promover exportações de vinho

"Wines of Portugal" ou "Vinhos de Portugal": a nova marca do vinho português para o mercado externo. Esta é a aposta do Ministério da Agricultura, que deve investir 50 milhões de euros para fortalecer a imagem do vinho luso, fortalecendo as exportações do produto.

Fonte: Rádio Voz da Planície - Foto: Gustavo Veríssimo

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Por falar em Jerez...

Na postagem anterior, você conferiu Ayrton Senna autografando uma barrica em Jerez. E você conhece o vinho Jerez?

Se quiser saber mais sobre ele, veja o ótimo texto de Luis Gutiérrez, da revista portuguesa Wine - A Essência do Vinho, clicando aqui.

Ayrton Senna autografou barrica em vinícola espanhola

Há alguns instantes, eu estava lendo o site Grande Prêmio e me deparei com uma foto que une duas paixões: o vinho e a Fórmula 1.
O Marcelo Ferronato, numa bela reportagem realizada na Espanha, encontrou, na vinícola Gonzáles Byass, proprietária da marca Tio Pepe, em Jerez, uma foto de ninguém menos que Ayrton Senna autografando uma barrica de vinho, na década de 1980. Um verdadeiro achado!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Interpretação e intérpretes - Por João Malheiro Tavares de Pina

Hoje tenho o prazer de publicar um belo texto da autoria do amigo português João Tavares de Pina, enólogo e proprietário da vinícola Quinta da Boa Vista, no Dão, em Portugal. Boa leitura!
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Interpretação e intérpretes

Qualquer estratégia que se funde, que se oriente por caminhos estabelecidos por outros, estará sempre votada ao insucesso, porque nunca será autónoma, nunca trilhará caminhos independentes, nunca cativará ninguém, porque se limitará a percorrer trilhos já conhecidos, já gastos…A dificuldade está aqui mesmo. Numa época em que quase tudo já foi descoberto, em que basta saber copiar, ou transpor, ser suficientemente consistente e maduro para de forma livre, independente, e refractária se necessário decidir qual o sentido da interpretação que deveremos dar ao nosso “Terroir” sem que isso lhe retire a identidade e a originalidade, é maior desafio que um vitivinicultor pode ter pela sua frente.

Entendo que certas regiões, ainda novas na produção de vinhos de mesa, com pouca ou nenhuma consciência histórica, sem responsabilidades, sem raízes, que começaram a produzir vinhos de mesa há pouco tempo, (ou que os produziram até há bem pouco para engrossar volumes de outras que já tinham um carácter global), que ainda não tenham encontrado um estilo, o possam ir sempre alterando, com o objectivo de procurar sempre satisfazer os gostos em permanente mutação dos líderes de opinião e dos novos consumidores. O que não deixa de ser um grande desafio, e um caminho perfeitamente legítimo sem necessidade de qualquer justificação, porque é nesse nicho que se concentra a quase totalidade do consumo.

A maior dificuldade, num mundo de consumos e gostos completamente globalizados, está em sermos fiéis aos nossos princípios, em respeitarmos o legado histórico dos nossos antepassados, que se criou, que se fundou em séculos de experiência e não se deveria adulterar em função das permanentes alterações da moda (até porque, aqui, nesta fileira, a moda, também é recente, como o são os lideres de opinião e os produtos globais), respeitando integralmente o que a memória foi registando, para continuar a criar com paixão, vinhos únicos, que se possam distinguir em carácter e estilo, para poderem ser reconhecidos, para poderem ser realmente diferentes. Este é o único sentido, que pode levar um produtor de pequena dimensão, a fazer vinho. Em oposição, poderemos também apontar o preconceito, fundado nessa consciência, como um elemento estigmatizante da modernidade e da evolução, ou como factor limitador de progresso desses resistentes, mas por outro lado, ainda, mesmo nessas regiões, mais consistentes, mais adultas, com mais tradição, também surgiram novos interpretes, de origens completamente distintas e sobretudo com motivações sócio culturais e económicas completamente diferentes, totalmente despidos dos tais preconceitos anteriores (que não são mais do que uma consequência das memórias), e, como tal, encenando de forma completamente diferente, daquelas que até então eram observadas, sendo aqui, que reside a questão mais inverosímil de tudo isto, porque estes também foram condicionados por preconceitos, só que de outra natureza, completamente diversos, muito maiores e sobretudo muito mais redutores, porque não se fundavam nas raízes da sua consciência cultural, mas sim na moda, e o que até então era definidor do carácter de uma região deixou de o ser, e passou-se a abusar de madeira nova só porque era moda na América. Porque Bordéus já tinha também abdicado do seu estilo, e a passou a usar. Porque a moda nas regiões emergentes era essa: Porque os líderes de opinião, sobretudo os estrangeiros assim queriam, e os de cá anuíam. Porque, essencialmente, não era de vinho que gostavam, gostavam era de madeira, e a madeira no vinho (como a entendemos hoje, para maquiar), só surgia, só aparecia para substituir a velha ou para aumentar à capacidade de armazenamento de um produtor que pretendia fazer mais vinho ou que tinha tido uma colheita generosa, e como tal, surgia sempre diluída. Com a justificação de uma deficiente reestruturação, anteriormente realizada, promove-se outra mais redutora e mais intrusiva, que promoveu castas até aí pouco utilizadas, destruiu património vitícola, e sobretudo uniformizou os vinhos, e conduziu à sua massificação. Porque os vinhos tinham de ser carregados de cor, eliminaram-se castas que a não tinham em quantidade suficiente, independentemente dos seus outros atributos poderem ser bastante superiores aos daquelas que vieram a ser introduzidas. Se davam vinhos frescos e elegantes em virtude do seu carácter subtilmente vegetal, eliminavam-se. Interessava, sem respeitar mais nenhum princípio, eram, as que pudessem promover a densidade e a concentração, logo plantavam-se. Viraram quase tudo de pernas ao ar…

Pagámos para ser aculturados, pagámos para participar num processo liberal de destruição de tudo o que estava ligado ao passado, e numa região como o Dão onde se produz vinho de mesa há séculos, poucas ou nenhumas áreas de vinhas velhas se vislumbram, e pior do que isso, não se perscrutam sequer sussurros em que essa preocupação se manifeste, para se poder lançar um alerta e socorrer as poucas que resistiram ao vandalismo.

Tudo isto, juntamente com a sorte que tive de ter recebido um testemunho único, que transporto nas minhas memórias e nos meus ossos, também o carácter do “Terroir” que acarinho, moldado pelas diversas gerações de Tavares de Pina, me leva cada vez mais, a não abdicar do que estou a fazer, do meu estilo. Tenho ainda o privilégio de poder continuar a acompanhar os primeiros vinhos que fiz, criados num estilo clássico, e, sentir como evoluíram, e como são bons, para estabelecer que o caminho que vou trilhar é o da austeridade, da frescura, da elegância, da fruta fina e dissimulada, dos vegetais subtis, das notas terrosas e arbustivas, que origina vinhos de uma complexidade sem limite, de uma aptidão gastronómica sem paralelo e com níveis de saturação muito elevados, ou seja, vinhos muito gulosos, em permanente transformação, que se mimetizam continuamente, atributos que os distinguem de todos os outros que conheço, e que pretendo sejam cada vez mais evidentes. O respeito pelo “Terroir”, que é único em todos os aspectos, associado a um encepamento complemente distinto, em que a aposta, cada vez mais consistente na casta Jaen, é uma realidade, juntamente com a Rufete, outra mal amada, e a Touriga Portuguesa, que, nas nossas condições dificilmente assume perfis florais, associado a um ciclo muito longo, e, sobretudo a uma fase final de maturação deliciosamente prolongada, contribui de forma sublime para que a diferenciação desejada seja cada vez mais uma realidade.

Da colheita de 1997, felizmente, ainda preservamos na nossa garrafeira, uma largas centenas de garrafas, direi que quase um milhar. Para alguns, trata-se de uma obra-prima. Eu como sou mais modesto, saliento que é um vinho que me dá uma enorme satisfação; está vivo, com uma linda cor, ainda, com aromas extraordinariamente sãos onde não falta nada, é só questão de disposição. Entramos nele, emana juventude, dá voltas e cambalhotas sem parar, com uma alegria só comparável à de um poldro, que, soltamos depois de ter estado uns dias no estábulo, e não pára mais, energia interminável. Não para de se empinar, de galopar, de dar asas à alegria. Isto sim é vinho. E, esta é a minha interpretação deste vinho, que será certamente diferente das outras que lhe venham a fazer, já que as circunstâncias e o estado de espírito, ainda por cima, não vão ser as mesmas em que eu fiz esta. Casei-o, no meu almoço, com a frugalidade de algumas iguarias que a terra dá, e, a mão do homem molda. Uns grelos de nabo, dos cultivados somente com alguma matéria orgânica caseira, uma morcela fresca proveniente da matança do fim-de-semana. Fevereiro é o tempo delas e o porco cresceu com mimos. A combinação foi divinal. As minhas memórias enriquecidas, e a determinação mais consistente, tal como as vinhas que produzirão a próxima colheita.

É isto que faz com que a afirmação do “Terroir” seja um processo irreversível, o tempo passa, mas as suas marcas, mesmo indeléveis, dão-lhe sempre mais sentido…

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Escócia pode ter seu primeiro vinho produzido em escala comercial

Pete Gottgens, chef e proprietário de um hotel em Perthshire, na Escócia, pretende produzir o primeiro vinho em escala comercial do país. Será um varietal, produzido com a uva Riesling. Mas ele deixa claro que se a colheita não for boa o suficiente para produzir vinho, vai virar vinagre. Se houver vinho, ele será servido, em taças, junto às refeições do hotel.

O principal problema para se produzir vinho na Escócia é a falta de sol e não o frio, alerta Gottgens, que já tem 800 vinhas plantadas em 2 acres.

Segundo alguns cientistas, o aquecimento global resolveria esse ponto na Grã-Bretanha, com aumento da incidência solar.

Já há 416 vinhedos na Inglaterra, espalhados por uma área de 2.732 acres, com um crescimento de 45% nos últimos 4 anos.

Fonte: Telegraph - Foto: Dave Maclear

Asolo, Valdobbiadene e Conegliano: na rota vinícola do Prosecco

Conheça um pouco sobre essa bela região e seu belíssimo vinho:

Telefone do Connoisseur

A voracidade de muitos apreciadores de vinho por produtos correlatos tem estimulado muitos fabricantes dos mais diversos tipos de produtos. Há os inusitados, como o Connoisseur Telephone (foto), que tem pouco mais de 34 centímetros de altura e custa 79,95 dólares, nos EUA.

Fonte/Foto: MagiTreasures

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mendoza - Vinos y Caminos

Belas imagens de Mendoza neste programa, feito para a Sun Channel TV, da Venezuela.

Vinhos brasileiros promovidos na China e no Japão

A empresa de marketing de vinhos http://www.andeswines.com realizará, de 15 de fevereiro até 26 de março , um especial de reportagens na China e Japão sob o posicionamento do vinho brasileiro no mercado asiático. A iniciativa está a cargo do publicitário Sabastian Perez-Canto Orellana e da jornalista Jimena Cordovez (foto), que moram na Austrália, atualmente.Com uma câmera na mão, a Andeswines.com ingressa em cheio no mercado mais competitivo e de maior crescimento nos últimos anos para descobrir como posicionar os vinhos brasileiros em ambos os países. Esse desafio dá muita esperança de aumentar as vendas de vinhos Premium e ultra Premium.

Entre os desafios que têm ambos profissionais, está entrevistar influentes importadores, distribuidores e varejistas de vinhos brasileiros, entre 15 de fevereiro e 23 de fevereiro, em Tóquio. Por essa razão já se iniciaram as coordenações com os gerentes de exportações de adegas de diversas zonas vitivinícolas.

Durante a viagem, Sebastián gravará vídeos do percorrido que serão difundidos através da internet para conhecer mais sob o que querem os consumidores asiáticos dos vinhos que são importados. Jimena realizará interessantes entrevistas nos próprios escritórios dos influentes compradores de vinhos.

“Dessa maneira, o principal objetivo (abrir oportunidades de negócios e promover o vinho brasileiro) vai se fazer de uma maneira muito diferente do que se costuma fazer. Graças a isso lograremos motivar ao wine trade da China e do Japão a conhecer mais dos vinhos brasileiros”, assinalou Maximiliano Morales, Gerente da AndesWines.com

Para complementar esse especial, a AndesWines.com se contatará com adegas da China para conhecer os inovadores empreendimentos vitivinícolas que se estão desenvolvendo principalmente em aliança com os investidores franceses, além de visitar lojas de vinhos para conhecer os gostos e vinhos presentes nos expositores.

Fonte/Foto: AndesWines

Life in Vine

Este é o piloto de um programa de TV, do fim dos anos 1990, que trata da relação de amor e ódio dos norte-americanos com o vinho. Um tanto caricato, mas bem divertido!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vinho com sanduba??? Por que não???

Essa é a proposta dos amigos Luis e Jefferson, proprietários da Adega Garrafeira, em Bauru. Será no próximo dia 4. Confiram (clique na imagem para ampliá-la):

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Palestra sobre o vinho tinto brasileiro, por Breno Raigorodsky

Acompanhe a palestra sobre o vinho tinto brasileiro, realizada no Observatório da Inovação, departamento do Instituto de Estudos Avançados da USP, em novembro de 2009, por Breno Raigorodsky.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Conexão Francesa: Leitura obrigatória!

Se você gosta da França e/ou de vinhos, não pode deixar de acompanhar o novo blog do Rogério Rebouças, no site do Jornal do Brasil. Na "Conexão Francesa" você vai encontrar valiosas dicas. Só pra citar um exemplo, veja só a postagem "A carta de champagne do Crazy Horse".

Parabéns, Rogério.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Passion and Wine

Aumente o volume e aguarde... as duas palavras resumem bem o vídeo:

"Guia Copo & Alma - Melhores Vinhos 2010", de Aníbal Coutinho, grátis!!!

Faltam menos de 48 horas para que seja disponbilizado, gratuitamente, o "Guia Copo & Alma - Melhores Vinhos 2010", de autoria de Aníbal Coutinho, autoridade portuguesa no mundo dos vinhos, que também escreve aqui no Brasil para a Vinho Magazine. Basta visitar www.w-anibal.com e acompanhar a contagem regressiva. No próximo dia 29, o sítio de Aníbal estará no ar, juntamente com a versão gratuita do guia.

Fonte: LusoWine.com

domingo, 24 de janeiro de 2010

Conheça um pouco sobre a uva Bobal

Neste trailler do documentário "La Bobal y otras historias del vino", dirigido e editado por Zev Robinson, você pode conhecer um pouco sobre a uva bobal e da região de Utiel-Requena. Confira!

Documentary - La Bobal y otras historias del vino (La Bobal and other stories about wine) from Zev Robinson on Vimeo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Produtores espanhóis se unem - Você já viu algum vinho espanhol despencando de preço aqui no Brasil?

Duas entidades que congregam produtores de vinho na Espanha, a Federación Española del Vino (FEV) e a Asociación Empresarial de Bodegas de Vinos de España (Avimes) estão juntas numa empreitada de combate aos efeitos da crise mundial no mercado espanhol de vinho. As duas entidades, que já foram consideradas rivais, entenderam por bem se unir.

Enquanto a Avimes congrega produtores de vinhos mais simples e a granel, a FEV reúne grandes e pequenos produtores de vinhos de alta qualidade.


"O acordo Avimes-FEV dispõe da representatividade necessária para unificar um setor que necessita, mais do que nunca, somar esforços, não só para sair o quanto antes da crise, mas também para resolver eficazmente e por muito tempo os numerosos desafios que enfrenta o setor vinícola espanhol.", disseram os organizadores.

Entre os desafios que as entidades enfrentarão durante o acordo, que tem vigência de um ano, prorrogável, estão a nova política de qualidade agroalimentária da União Européia, o registro multilateral de indicações de qualidade, a negociação de acordos de livre comércio, os complexos assuntos sobre propriedade intelectual, o desenho do controle de potencial de produção por parte das denominações de origem, a luta contra as mudanças climáticas e a promoção do consumo responsável.

O que eu acho realmente curioso é o fato de que, mesmo com as repetitivas notícias sobre a crise no mercado produtor espanhol (inclusive com pleitos de preço mínimo por parte dos produtores), a queda de preços não chega ao mercado brasileiro. Se houve algumas quedas recentes, isso se deveu à queda do dólar/euro frente ao real.

Você já viu algum vinho espanhol despencando de preço aqui no Brasil?

Fonte: El Mundo Vino - Foto: Nestor Correa Mayo

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Miolo, Wine Brands, Ville du Vin, Adega Santiago e o mercado brasileiro: Tudo isso em A Hora de Baco

Embora esta edição do programa se inicie com uma visita à região de Guimarães, o grande foco é o Brasil. A vinícola Miolo, a importadora Wine Brands, as lojas Ville du Vin e o restaurante Adega Santiago têm seu lugar no programa da rede portuguesa RTP. Confira!

Entrevista com Luís Ramos Lopes, diretor da Revista de Vinhos

Nesta edição do programa "A Hora de Baco", da TV portuguesa RTP, você confere uma bela (e polêmica) entrevista com Luís Ramos Lopes, diretor da Revista de Vinhos, a primeira publicação portuguesa do gênero, que completa 20 anos de seu lançamento. Há também outras 2 matérias, uma delas feita no Brasil, num restaurante do Serrano Resort, em Gramado - RS. A outra, sobre um projeto que envolve um vinho espumante "solidário", que tem suas garrafas pintadas por pessoas muito especiais.

sábado, 16 de janeiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Vinhedos de Bordeaux afetados por linha do TGV

Graves, subregião de Bordeaux, na França, deve ter vinhedos afetados por uma nova linha do TGV (Train à Grande Vitesse - trem de alta velocidade), que ligará Bordeaux a Toulouse e à Espanha. Estima-se que 50 hectares de vinhas serão atingidos, pertencentes a 10 chateaux. Entre eles, estão Château Le Tuquet, Château Méjean, Château Saint-Jérôme, Château du Grand Bos, Château Haut Selve e Château de Castres.

André Vincent, do Château du Grand Bos, afirmou que "a rota final ainda não foi definida, mas estamos bem no meio da região afetada que fica muito próxima às nossas edificações e aos nosso vinhedo principal.".

Vincent alega, ainda, que "vinhos são feitos aqui há 400 anos. Então, não são só vinhas, mas uma história rica. Vamos continuar a lutar."

Dominique Havelan, presidente do Maison des Vins des Graves, alega que "os vinhedos de Graves são os mais antigos de Bordeaux. Graves já foi afetada pela rodovia Tolouse e agora está ameaçada novamente.".

Fonte: Decanter - Foto: Tom Caswell

domingo, 10 de janeiro de 2010

No mundo do vinho, acidentes podem ser bons...

Durante o transporte, uma garrafa de vinho é quebrada, manchando as outras que estão próximas. Prejuízo, não só pela garrafa quebrada, como pelas outras. Em muitos casos, a venda da que sobraram fica inviabilizada, tamanho o estrago das manchas, sobretudo quando o vinho é tinto.

Mas há quem veja oportunidade nesse tipo de situação. É o caso da Accidental Wines Company, uma loja especializada em comprar e revender esses vinhos desprezados pelos outros comerciantes. A vantagem reside no preço para o consumidor final, que pode ter desde um 33% até 50% de desconto. Naturalmente, essa não é uma opção para quem coleciona rótulos.

Contudo, uma garrafa não precisa quebrar para que a Accidental Wines adquira os vinhos. Já houve uma ocasião em que uma vinícola californiana lançou um vinho chamado "Windbreak" e percebeu que o nome não "pegou". Quando resolveram mudar o nome, a Accidental Wines comprou os vinhos já rotulados com o nome antigo. Uma vinícola argentina também fez negócio com eles. No caso dos "hermanos', era um vinho feito com pinot noir, mas foi rotulado com a inscrição "Pinor Noir".

A loja, que já tem 2 anos, está indo bem, segundo seu fundador, David Forbes.

Fonte: ABC- Foto: Zone41

sábado, 9 de janeiro de 2010

Um teste para os seus conhecimentos sobre vinho

Quem foi Petrus de Crescentiis?

Esta é uma mas questões contidas num pequeno teste de múltipla escolha elaborado por Geoff Last. São 20 questões, de assuntos bem diversificados. O gabarito está no fim da página.

Para ver o questionário (que está em inglês) clique aqui.


Foto: Tim Parkinson

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Como NÃO provar vinhos

Eis um guia rápido do que NÃO fazer ao provar vinho!!! heheheh

Vino Televisión

Mais um programa de TV "on-line" sobre vinhos. Desta vez, de origem espanhola. A VINO TELEVISIÓN é apresentada por Enrique Cadulch, escritor e crítico de gastronomia, e tem como proposta ser uma ferramenta didática para os amantes do vinho, além de uma plataforma de comunicação para aqueles que trabalham e vivem do mundo vinícola e gastronômico. Por enquanto, apenas o episódio de apresentação está disponível. Clique aqui para assistir.